O TEMPO DA GENTE
Começou a pré-venda do meu livro de poesias.
A capa mais lindo do mundo!
É só conferir...
Blog pessoal. Conteúdo literário com textos da autora e escritores de sua preferência. Dicas de livros, músicas, vídeos, projetos culturais. Resumindo: "Aqui tudo é arte"
O TEMPO DA GENTE
Começou a pré-venda do meu livro de poesias.
A capa mais lindo do mundo!
É só conferir...
A
VENDEDORA (26 de junho de 2022)
Tudo
começou em fevereiro quando eu anunciei pelas redes sociais: “Em breve"
Depois:
"Lançamento em abril"
E o
alvoroço se fez. Qual o produto que eu ia lançar? Eu me segurei no limite da
ansiedade.
Recebi
o PDF do livro para revisão, a foto da capa do livro, o miolo do livro. Tudo
era livro. Tudo. Assim como a vida, que às vezes, nos leva a pedir
socorro
Bom, o
"Era Sábado" é um livro de crônicas. Como divulgar o livro sem ele
nas mãos? Eis minhas ideias...
A epígrafe
é o trecho da letra de João e Maria de Chico Buarque e Sivuca. Eu postei uma
imagem da música explicando que a primeira crônica do livro tinha o título da
música.
O
David, da crônica “A Casa de Davi", é o meu vizinho pequerrucho, ele
perdeu o vovô no final de 2020. Chorou pela calçada da minha casa. Abri o
portão, abracei- o bem forte e disse:
“Seu
vovô morreu, mas estará sempre vivo aqui oh, dentro do seu coração."
Vi
muitas meninas na calçada da casa do David. Por vários dias. Vieram
para se despedir do avô. Fui até lá. Conversamos sobre sonhos, sobre o
adolescer. Tiramos uma foto com o sol aberto, a luz estava linda. Divulguei a
foto e contei sobre minha personagem da vida real. Mas cadê o livro?
Chegou dia 2 de maio. 4 de maio, lançamento virtual com o editor. Via Youtube.
O
lançamento presencial foi dia 10. Com filho, marido, muitas professoras e
muitos professores, muitas amigas do meu filho, me prestigiaram comprando o
exemplar.
Um dia
antes, eu fui vacinada com a quarta dose da vacina. Ainda estou vendedora.
Pelo
status do Watsapp, pelo Twitter, pelo story do Instagram. Dos 129 livros, 1 é
meu. 128 livros. Restam 38. Calma, gente. Eu espalhei livros.
Nas
bibliotecas de rua, na biblioteca da fundação cultural do bairro onde eu moro,
na biblioteca municipal, presenteei quem não pode comprar, fiz parcerias, sou a
autora que pariu o terceiro livro. Cuido dele. Porque para ficar vivo na
memória é precioso muito cuidado.
O mais
bacana é receber fotos dos leitores com o livro e suas leituras sobre minhas
crônicas.
E
assim é Era Sábado. Com jeito de gentes.
Por
enquanto, preparando o quarto livro.
“De
novo com a coluna ereta, Juntar os cacos, ir à luta
Manter
o rumo e a cadência
“Esconjurar
a ignorância, que tal”? (Chico Buarque de Holanda e Hamilton de Holanda)
Tudo
começou em fevereiro quando eu anunciei pelas redes sociais: “Em breve"
Depois:
"Lançamento em abril"
E o
alvoroço se fez. Qual o produto que eu ia lançar? Eu me segurei no limite da
ansiedade.
Recebi
o PDF do livro para revisão, a foto da capa do livro, o miolo do livro. Tudo
era livro. Tudo. Assim como a vida, que às vezes, nos leva a pedir
socorro
Bom, o
"Era Sábado" é um livro de crônicas. Como divulgar o livro sem ele
nas mãos? Eis minhas ideias...
A epígrafe
é o trecho da letra de João e Maria de Chico Buarque e Sivuca. Eu postei uma
imagem da música explicando que a primeira crônica do livro tinha o título da
música.
O
David, da crônica “A Casa de Davi", é o meu vizinho pequerrucho, ele
perdeu o vovô no final de 2020. Chorou pela calçada da minha casa. Abri o
portão, abracei- o bem forte e disse:
“Seu
vovô morreu, mas estará sempre vivo aqui oh, dentro do seu coração."
Vi
muitas meninas na calçada da casa do David. Por vários dias. Vieram
para se despedir do avô. Fui até lá. Conversamos sobre sonhos, sobre o
adolescer. Tiramos uma foto com o sol aberto, a luz estava linda. Divulguei a
foto e contei sobre minha personagem da vida real. Mas cadê o livro?
Chegou dia 2 de maio. 4 de maio, lançamento virtual com o editor. Via Youtube.
O
lançamento presencial foi dia 10. Com filho, marido, muitas professoras e
muitos professores, muitas amigas do meu filho, me prestigiaram comprando o
exemplar.
Um dia
antes, eu fui vacinada com a quarta dose da vacina. Ainda estou vendedora. Pelo
status do Watsapp, pelo Twitter, pelo story do Instagram. Dos 129 livros, 1 é
meu. 128 livros. Restam 38. Calma, gente. Eu espalhei livros.
Nas
bibliotecas de rua, na biblioteca da fundação cultural do bairro onde eu moro,
na biblioteca municipal, presenteei quem não pode comprar, fiz parcerias, sou a
autora que pariu o terceiro livro. Cuido dele. Porque um bebê precisa de muito
cuidado.
O mais
bacana é receber fotos dos leitores com o livro e suas leituras sobre minhas
crônicas.
E
assim é Era Sábado. Com jeito de gentes.
Por
enquanto, preparando o segundo lançamento presencial. Que tal?
“De
novo com a coluna ereta
Juntar
os cacos, ir à luta
Manter
o rumo e a cadência
“Esconjurar
a ignorância, que tal”? (Chico Buarque de Holanda e Hamilton de Holanda)
Olá! Estou no projeto da primeira antologia do Corvo Literário.
O lançamento será no próximo mês.
Reparem na capa maravilhosa!
Conheçam os escritores seguindo o site no link abaixo...
Apresento
a vocês meu projeto- piloto.
PETISCOS
DE DOMINGO
Vou
resumir meus petiscos:
De
2012 a 2017, eu publicava meus textos pelo Facebook. Sempre aos domingos. Eu
escrevia crônica retratando algum fato do meu cotidiano. As pessoas gostavam e
eu que tenho meu lado jornalista por experiência, fazia uma chamada durante a
semana, para que meu público fiel aguardasse. Denominei os textos como um
quadro literário (Sou graduada em Letras e atuei como professora de Português
por 27 anos em escolas estaduais e municipais de Ituiutaba e região).
Pois
bem, em 2014 eu descobri a plataforma Clube de Autores. Reuni todos os meus textos dos “Petiscos”,
fiz índice, minha professora de literatura da faculdade assinou o prefácio, meu
filho fez a arte da capa. Decidi o título do livro: “Por favor, acenda a luz”.
Mas
não registrei a obra. Eu queria meus textos num livro, era o meu sonho.
Em
2015, consegui publicar por uma editora. O livro teve uma alteração no título:
Acenda a luz. Obviamente, eu apaguei a publicação da plataforma Clube de
autores. Mas todos os textos dos meus dois livros: O Acenda a luz e o mais
recente, Tudo em mim é prosa e rima, foram possíveis graças aos textos dos
Petiscos de domingo.
Eu
parei de publicar no Facebook em 2017. Porque fui divulgar meus livros,
espalhar meus livros presencialmente e virtualmente. Em julho do ano passado,
meu filho e meu marido pediram que eu voltasse a publicar aos domingos,
Petiscos de domingo. Ganhei uma arte e recomecei. Dai, voltei à plataforma
clube de autores e fiz meu livrinho com vinte crônicas. Comprei um exemplar. É
este.
Imagens:
RUA DOCE MISTÉRIO Conheci Edgar numa noite estapafúrdia Ele sequer imaginava que eu, aos dezessete anos, fazia licenças poéticas Vár...